• Prédio da prefeitura completa 18 anos abandonado na Rua Teresa

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  • 18/12/2022 02:18

    E a mudança do Centro Administrativo da prefeitura da Barão do Rio Branco para o Hipershopping, no Alto da Serra, ficou mesmo para janeiro. Mas, pelo menos tem uma coisa de bom: não estamos pagando o aluguel do espaço –total de R$ 102 mil – desde agosto quando foram iniciadas as obras de adaptação do novo endereço de seis pastas. O secretário de Administração, Ramon Mello, garantiu que o aluguel só começa a ser pago depois que os departamentos se mudarem para o local.

    Abandono

    Isso nos fez lembrar que a prefeitura poderia ter um centro administrativo em prédio próprio há 18 anos. Ou pelo menos um espaço para instalar algumas repartições e economizar nas dezenas de alugueis. Trata-se de uma parceria público-privada formada na segunda gestão de Bomtempo, em 2005, que culminou com a construção de um prédio na Rua Teresa. Empresários ficariam com as lojas no térreo e a prefeitura com os demais andares. A obra foi abandonada mesmo faltando acabamentos ainda que o prédio seja avaliado em pelo menos R$ 5 milhões. Na época, a ideia era colocar o Inpas lá, mas poderiam ser secretarias.  

    Passou batido

    Depois veio o governo de Paulo Mustrangi, hoje vice-prefeito e, na sequência, mais uma gestão de Bomtempo, até chegar a Bernardo Rossi, que foi ao local ver em que pé estava e anunciar obras para a sua conclusão, mas acabou a iniciativa morrendo.

    Feirões

    Impressionante o engarrafamento na Washington Luiz neste sábado em direção a Petrópolis. Tudo parado na altura dos ‘feirões de malhas’ em Caxias que estão bombando no Natal. E pensar que até pouco tempo atrás essa multidão comprava em Petrópolis.

    Um usuário do Parque de Exposições, em Itaipava, mandou para a gente, indignado. Tem buracos em toda a cidade, mas até na pista de corrida do Parque? Como é que corre naquela buraqueira, gente?

    Concerto na 16

    Os Canarinhos e as Meninas dos Canarinhos de Petrópolis estarão sob a regência do maestro Marco Aurélio Lischt em um concerto especial na terça-feira, às 19h30, em frente ao número 51 da Rua 16 de Março. A iniciativa é da Petrópolis Investe XP.

    Vai ficar na história

    E a história da traição para a eleição do presidente da Câmara de Vereadores começa no dia anterior com um grupo de vereadores em um café da manhã fazendo um acordo registrado em um documento assinado por todos (que se alguém quiser vazar, tamos aí). O primeiro a roer as cordas foi Chitão, que sumiu depois do café. Dudu, com seu faro de cão perdigueiro matou a charada e aí foi a vez de colocar em prática uma manobra que sacrificou Fred e colocou Coruja nas paradas. Assim, quando começou a eleição, Fred não apresentou seu nome e Coruja foi o candidato, só restou aos bomtempistas aceitar e alguém cutucar Gil na hora ‘h’ para que ele desistisse.

    Na corda bamba

    Coruja foi eleito por unanimidade, porém, não fica confortável no cargo. Vai ter que atender, ao mesmo tempo, situação e oposição. Já tem apostas de quanto tempo isso vai durar. Nem mesmo o deputado federal Hugo Leal, que tem a digital impressa no furdunço, vai poder ajudar.

    Troféu Milton Rossi

    A calça arriada em Gil Magno vai entrar para a história como a mais emblemática de todos os tempos no legislativo petropolitano. O então candidato a presidente da Câmara tinha até mesa reservada no Lago Sul para comemorar. Já Chitão ganhou por antecipação a premiação que os Partisans só concedem no final do ano aos melhores, no caso o troféu “Milton Rossi”.

    Tem solução

    Fred Procópio sai menor da disputa pela presidência da Câmara de Vereadores, mas ajudou a manter o barco navegando. Pelo menos a mesa diretora da casa é toda (até alguém mudar de capitão) de oposição. Ganhando leveza por não ter mais a presidência nas costas, Fred, se for esperto, aproveita não ter desgaste para decolar.

    Petrópolis de um ângulo bem diferente na Rua do Imperador, da grife de Bruno Soares.

    Cabe a reflexão

    O fechamento da praça de pedágio antes da subida da serra em caso de chuvas fortes é uma medida necessária – só quem já subiu a serra no meio daquele aguaceiro sabe o risco que é. Porém, causa polêmica. Setores econômicos reclamam que fotos do pedágio fechado com carros parados viralizam nas redes e afastam os turistas. Mas se rolar alguma coisa grave na serra não vai ser pior para o turismo?

    Contagem

    Faltam 4 dias para o verão.

    Contatos com a coluna: lespartisans@tribunadepetropolis.com.br

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