Alunos da Faetec recebem notebooks para realizarem atividades remota

23/jul 09:58
Por Redação/Tribuna de Petrópolis

Alunos da Escola Técnica Estadual Visconde de Mauá, que participam do Programa de Aperfeiçoamento Profissional (PAP), receberam mais um reforço nessa semana para estudarem de forma online durante a pandemia da Covid-19. As empresas Cummins Brasil e Schneider Electric do Brasil doaram 32 notebooks com internet à Faetec visando aumentar o acesso dos estudantes aos conteúdos pedagógicos remotos disponibilizados neste período.

“Esse notebook chega em boa hora pra mim. Não tenho computador e hoje só consigo estudar pelo celular. Até consegui transferir a tela do telefone para a TV e, assim, posso ler melhor o material dos professores. Mas, ainda sim, é bem difícil fazer trabalho ou escrever no Word, porque só dá para digitar no teclado do celular. O aparelho vai fazer muita diferença na hora de estudar lá em casa”, comemora o aluno Matheus Magalhães, de 17anos, um dos beneficiários da doação.

Moradora de Japeri, na Baixada Fluminense, a cerca de 50 km da Faetec Visconde de Mauá, Isabela Santos, de 18 anos, fez questão de garantir o seu equipamento.

“O celular é por onde eu tenho estudado. Como já tive a experiência de estudar pelo computador, sei o quanto vai fazer diferença esse notebook. Além disso, vou ajudar os meus irmãos menores que também precisam estudar pela internet em casa”, comenta a estudante.

O Programa de Aperfeiçoamento Profissional (PAP) é realizado na Faetec Visconde de Mauá desde 2018 e visa preparar alunos do curso técnico em Mecânica a manusear equipamentos com motores a diesel e geradores de energia de grande porte. É um treinamento de educação vocacional voltado aos temas: Motores a Diesel e Geradores de Energia, Eletricidade, Comando e Controles Elétricos, além dos conteúdos de Soft Skill que abordam habilidades interpessoais.

Para o presidente da Faetec, João Carrilho, a disponibilização dos notebooks vai auxiliar muito no processo de ensino-aprendizagem.

“Com essa doação, conseguiremos alcançar alunos que dependem de estrutura tecnológica para avançar nos estudos, já que há participantes no programa com difícil acesso a aparelhos digitais e internet. Esse é um dos benefícios que uma parceria público-privada pode resultar, com ganhos reais para os estudantes”, finalizou.

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