• Novidades para movimentar Dia das Crianças

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  • 23/09/2016 11:25

    A três semanas do Dia das Crianças, comemorado no dia 12 de outubro, e o comércio ainda não sentiu reflexo de aumento das vendas. Os lojistas acreditam que a procura deve acontecer apenas na semana do dia 12, mas destacam que durante todo este ano, a demanda tem sido por produtos mais baratos, que custam, geralmente, até R$ 50. Apesar disso, os empresários apostam nas novidades, como os recém-lançados tênis com rodinhas, que viraram objeto de desejo de meninos e meninas.

    Gerente de uma loja de vestuário personalizado, com diversos produtos voltados às crianças, que funciona no Marchese, Aline Andrade contou que a situação do comércio neste mês de setembro está complicada. Segundo ela, as vendas foram piores do que em agosto e a expectativa é que só melhore no início de outubro. Além disso, ela contou que tem sentido os efeitos da crise econômica que o país enfrenta. Isso porque a maior parte dos consumidores tem buscado cada vez mais artigos mais baratos. “Eles procuram produtos que custam até R$ 50”, revelou. 

    Proprietário de uma loja tradicional que vende roupas para crianças na Rua 16 de Março, Roberto Cury disse que sentiu apenas um aumento de 5% das vendas motivado pelo Dia das Crianças. Segundo ele, a maior parte dos consumidores deixa mesmo para comprar em cima da hora. Uma das sensações que deve agitar a data, segundo o empresário, são os tênis com rodinhas. O fenômeno recém-lançado tem feito a cabeça da criançada e é o que promete movimentar o setor nos próximos meses. 

    A novidade é que o calçado pode ser usado tanto com as rodinhas, quanto sem elas. Ou seja, os tênis vêm com uma tampa que, ao ser usada, o transforma em um calçado comum. Disponível tanto para meninas, quanto para meninos, eles representam uma luz no fim do túnel para o setor. “É um produto que está atravessando a crise”, comentou Roberto. 

    Ele contou ainda que um atrativo para os clientes é que a loja ainda vende no crediário. Dessa forma, é possível parcelar os produtos e não deixar as crianças sem presente. Mas, segundo Roberto, não dá para negar que as pessoas, de fato, estão à procura do que é mais em conta. 


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