• Votação das contas da prefeitura pelos vereadores: agora vai?

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  • 03/11/2023 03:30

    A gestão Bomtempo anunciou com pompa que o Tribunal de Contas do Estado aprovou as contas referentes a 2022 depois de um parecer prévio contrário, e após a prefeitura ter resolvido as ressalvas que foram apontadas. Mas, aí fica a pergunta: e serão votadas pela Câmara de Vereadores, como requer a lei?

    E as de 2016?

    Aí que mora o problema: não dá pular a fila de contas a serem apreciadas pelo legislativo e votar essa de 2022. Tem que votar as anteriores. Nesta fila estão as contas de Bomtempo de 2016, rejeitadas pelo TCE, e as de 2019 e 2020, de Bernardo Rossi, também cheia de anotações do Tribunal, além das de Hingo Hammes, de 2021, quando foi interino, essas já referendas pelo TCE.  Mas, como fazer com essas, de Bomtempo, de 2016, que foram rejeitadas? A Câmara pode aprová-las, contrariando o parecer técnico do TCE, deixando o assunto na tratativa política, mas aí os vereadores ficam com esse ônus. E se não votar essa, não podem votar as demais. E se confirmarem o TCE e rejeitarem as contas, podem deixar Bomtempo em apuros e com risco de inegibilidade.  

    O Cefet Petrópolis sedia dia 08, às 19h, o  Seminário “Turismo & Literatura: interseções”, promovido pela Academia Petropolitana de Letras com o apoio do Museu Imperial. A primeira mesa redonda da noite contará com a participação das historiadoras Maria de Fátima Argon da Matta e Alessandra Fráguas. Elas falam sobre história de Petrópolis e as viagens de D. Pedro II pelo Brasil e pelo mundo. O seminário faz parte das celebrações dos 15 anos da unidade, sendo gratuito e aberto ao público.

    Só piora

    A cada dia vai piorando a tentativa da prefeitura de explicar restrições no Hospital Alcides Carneiro motivadas, segundo eles, por aumento de casos de covid. As visitas, por exemplo, foram suspensas por causa disso e para preservar os pacientes oncológicos. Já desmentiram as suspeitas, em redes sociais, de bactéria no HAC o diretor do Sehac, o serviço que administra a unidade, e o próprio prefeito. Ontem foi a vez de uma médica da unidade.

    Ainda não basta de explicação

    Ela disse que sobre os últimos óbitos, nenhuma superbactéria foi identificada e que eram crianças que chegaram ao hospital já com casos graves. E que não há correlação entre esses casos. Mas disse que há casos acontecendo de doenças respiratórias e que foram crianças que chegaram extremamente graves e que eles vem verificando aumento de casos desde outubro do ano passado, casos com gravidade. Disse também que desde o primeiro óbito, todos os casos foram informados à Vigilância Epidemiológica de Petrópolis e do Estado e eles estão em verificação e análise.  Mas que doenças? Quantas crianças adoeceram? E quantas mortes? E não rola um alerta à população ensinando como prevenir esses casos?

    Mas não era covid?

    Ao mesmo tempo, a porta-voz do HAC disse que nenhum dos casos teve a ver com a covid. Ué? Que contradição? Mas não era essa a motivação para que houvesse restrições de visitas aos internados no hospital? Além disso, segundo a médica, a recomendação agora é que se use máscaras por causa da covid. Mas se não é covid… E mais: se essa é a recomendação, mesmo não sendo covid, e que os vitimados são crianças, qual a orientação nas escolas?

    Mais 10% de quanto?

    Eis que a prefeitura disse que mandou um ofício pedindo que as empresas de ônibus reforcem o atendimento em 10% nos dias das provas do Enem, que serão realizadas neste e no próximo domingo em vários pontos da cidade. Mas 10% de quanto? Porque se a frota não é mais de 100% a tempos é de quanto agora?

    Essa, não!

    Falando em ônibus, na sexta, os moradores do Neylor, no Retiro, passaram horas, ‘ilhados’. Um ônibus quebrou e foi enviado um substituto que… quebrou também! A dupla Cosme e Damião ficou ali, rendida, e o povo a pé.

    Nem mesmo no feriado o petropolitano tem descanso: pessoal do Neylor a pé com dois ônibus quebrados.

    Tá difícil

    E teve mais uma confusão no terminal Centro envolvendo dois homens em uma briga interminável, supostamente pessoas em situação de rua. Outros dois tentaram apartar no início, mas depois desistiram. E tudo foi acompanhado por uma dezena de curiosos que também só ficaram olhando, E isso no meio do povo nas filas de ônibus.

    Contagem

    E Petrópolis está há 176 dias sem os 100% da frota de ônibus nas ruas depois do incêndio na garagem das empresas.

    Contatos com a coluna: lespartisans@tribunadepetropolis.com.br

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