Rio atinge meta de imunização na 2ª etapa da campanha contra febre aftosa

  • 25/jan 09:16
    Por Redação/Tribuna de Petrópolis

    O Estado do Rio de Janeiro registrou o índice de 92% de animais vacinados contra a febre aftosa. O número ultrapassou a meta estabelecida pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, que é de 90%.

    A segunda etapa da campanha de vacinação, realizada no período de 1º de novembro a 20 de dezembro, teve como objetivo imunizar bovinos e bubalinos de até 2 anos de idade.

    O sucesso da campanha, de acordo com a Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária, Pesca e Abastecimento, pode ser creditado ao fundamental trabalho das equipes da Defesa Agropecuária em conjunto com pecuaristas, Federação da Agricultura do Estado do Rio de Janeiro, Superintendência Federal e Secretarias Municipais.

    “Desde 2019, em todas as campanhas, o Estado do Rio de Janeiro bateu a meta definida pelo Ministério. Esses resultados são fruto do trabalho essencial desempenhado por todos os servidores da Defesa Agropecuária. Estamos avançando rumo à retirada da vacinação contra a febre aftosa no estado”, ressalta o secretário de Agricultura, Marcelo Queiroz.

    A imunização dos animais contra a febre aftosa é fundamental para garantir o status de reconhecimento de zona livre com vacinação. O produtor que não vacinou o rebanho estará sujeito à multa. O pecuarista que ainda não declarou deve entrar em contato com o Núcleo de Defesa Agropecuária da sua região por meio dos contatos disponíveis neste link.

    “Todo o trabalho realizado pelos nossos técnicos e parceiros só faz sentido quando o pecuarista está consciente da importância da saúde do seu rebanho para a economia do estado”, afirmou o superintendente de Defesa Agropecuária, Paulo Henrique Moraes.

    Vacinação em 2022

    O Rio de Janeiro continuará tendo vacinação contra a febre aftosa este ano. A expectativa para 2022 é manter os bons resultados das etapas anteriores. A pasta aposta em índices vacinais cada vez mais altos, pois esse efeito é de extrema importância para manter o status de área livre com vacinação e, é também, um dos fatores exigidos para avançar para a área livre de febre aftosa sem vacinação.

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