Prefeitura paga 16 meses de aluguel por imóvel fechado

17/ago 02:46

Para reformar a Escola Jandira Bordignon, no Quitandinha, a prefeitura alugou dois imóveis no próprio bairro para onde transferiu as crianças. Isso foi em 2018.  E aí, tocou a obra.  Levou dois anos e a escola ficou pronta e passou a funcionar no dia 10 de fevereiro de 2020. Aí, você, como nós, pensou: então nesta data querida a prefeitura entregou as chaves dos imóveis alugados. Mas, não! Continuamos pagando aluguel por um deles, pelo menos, do dia 29 de fevereiro de 2020 a 30 de junho de 2021! Foi só agora, em junho, que o imóvel teve o contrato rescindido e pagamos nada menos que R$ 77 mil. Partisans, iletrados que somos nas questões judiciais, achamos que pode dar uma condenação por improbidade, mas vamos perguntar ao Ministério Público para ter certeza.


Taí o Diário Oficial que não nos deixa mentir: prefeitura pagou 16 meses de aluguel por imóvel não utilizado

Reboque

Nem mesmo os perfis do 26º Batalhão da PM de Petrópolis nas redes sociais foram poupados de duras críticas de motoristas sobre as operações de fiscalização na cidade. Pessoal foi bem direto ao repudiar as fiscalizações que punem motoristas com documentação em atraso. Se referiam à última delas, sábado, na Barão do Rio Branco. Saindo de uma pandemia o que mais tem é carro com documentos fora de ordem. Foram cobradas ações para coibir crimes nas comunidades e a maldição das motos barulhentas, além dos carros mal estacionados e carcaças abandonadas.

Não custa avisar

Talvez valha o conselho para a gestão interina de Hingo Hammes que coordena a operação reboque tendo a PM e o Detran como parceiros: a população sempre vai ficar ao lado do ambulante, mesmo o ilegal, assim como o dono de veículo que é multado porque não teve dinheiro para colocar em dia os documentos…

Na mesma

E ainda sobre isso, se interessa: na Atílio Marotti, a “Rua do Grau”, continua mesma coisa com as motos barulhentas nos finais de semana, mas com uma variação: agora o tormento começa por volta de meio dia aos domingos.

Empresa para o cemitério

Sobre mais uma família que teve de sepultar um parente cavando a cova no Cemitério Municipal, um dos muitos casos que viralizaram nas redes sociais, o prefeito interino Hingo Hammes pediu desculpas e disse que esta semana está indo para rua edital de licitação para conceder cemitérios à iniciativa privada. E que faz parte deste rol de serviços cemiteriais a construção de um crematório.

Mais uma semana

E sobre o processo de Rubens Bomtempo no Tribunal Superior Eleitoral –  o ministro Alexandre de Moraes pediu vista –  mais uma semana vai se passar sem que o caso volte à pauta de julgamentos. Pelo menos nada consta até o dia 26…

Contagem         

Petrópolis está há 228 dias sem prefeito eleito pelo povo.

Começar de novo

A CPI da Covid, na Câmara de Vereadores, suspensa por ordem judicial, parece que não volta mesmo. Os vereadores já podem articular uma nova, desta vez com o objeto correto, para ver se a coisa vai. Na justiça não vão conseguir retomar, não.

E a CPI da SinalPark?

Falando em Câmara e a CPI da SinalPark que investiga o contrato da empresa que explora o estacionamento rotativo na cidade? O legislativo voltou de recesso e até agora não divulgou nadinha de novidade, nem um relatório, uma prévia, os melhores momentos…

Uma foto linda, da Ana Sutter, da Praça da Liberdade

Mobilidade

A empresa que faz a obra na Estrada União e Indústria já foi acionada pelo Dnit para uma mudança pequena, mas que deve ser eficiente, em Corrêas. Em frente ao terminal, há uma rua lateral, onde os ônibus acessam para depois entrar no terminal. A meta é que eles continuem na principal e que os carros sejam desviados por essa lateral. Assim aquele sinal – em direção aos distritos – poderá ser abolido e não haverá mais retenções naquele local. A ideia foi do vereador Maurinho Branco.

Responsabilidade de todos

A covid, no país, deixou 130 mil órfãos. São crianças e adolescentes que ficaram sem os pais, vítimas da doença, segundo estudo da revista científica Lancet. Temos esse número em escala nacional, mas em termos locais? Quantos são na cidade? E mais: o que nossas autoridades estão fazendo por eles?

É desanimador

Há dois anos o governo federal iniciou uma licitação de R$ 3 bilhões para a compra de computadores para escolas de todo o país. Porém, o Ministério Público apontou ao Tribunal de Contas da União a existência de diversas falhas. A licitação acabou cancelada e o TCU abriu uma investigação, mas agora isenta o governo federal no caso. Segundo o Tribunal, se houve falha dos gestores, estas foram dos prefeitos e secretários que informaram números vitaminados à União. Um dos exemplos: uma escola de Itabirito, em Minas, pediu 30 mil laptops para 255 estudantes matriculados.

Contatos com a coluna: lespartisans@tribunadepetropolis.com.br

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