• Não há nessas metas flexibilização ou piora para o trabalho do BC, aponta Ceron

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  • 15/abr 20:20
    Por Fernanda Trisotto, Amanda Pupo, Célia Froufe e Giordanna Neves / Estadão

    O secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron, afirmou nesta segunda-feira, 15, que as flexibilizações nas metas de resultado primário previstas pelo governo federal no Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2025 não trazem piora ao trabalho conduzido pelo Banco Central (BC) na redução de juros.

    “O sucesso dessa trajetória trará efeitos positivos em relação às expectativas que existem hoje, facilitando o trabalho do Banco Central”, disse Ceron em coletiva à imprensa. O secretário esclareceu que foi feito um ajuste na trajetória dos resultados para que a peça orçamentária não se tornasse irrazoável. Segundo ele, a sinalização de que a equipe econômica buscará números de forma crível colabora no processo de ancoragem de expectativas.

    Ceron reforçou, por outro lado, que é relevante perseguir metas fiscais arrojadas. “É importante manter metas arrojadas, mas que sejam desafiadoras e possíveis de serem atingidas”, esclareceu. Ele destacou que o sucesso da trajetória da dívida pública trará efeitos positivos às contas do governo.

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