Mulheres, embaixadoras de Deus

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  • 08/mar 12:14
    Por Fernando Costa

    Quantas mulheres se destacaram no mundo e em particular, no Brasil? Muitas, inúmeras. Umas lutando pela igualdade de direitos, outras na evangelização e em vários setores profissionais, nas lides do magistério, da judicatura, da literatura, da medicina, enfermagem, serviço social, psicologia, pedagogia, fonoaudiologia, odontologia, cuidadoras, educação física, nutricionismo, da engenharia, das ciências contábeis, da política, do teatro, do jornalismo, da música, da beleza, dos esportes, das lides do lar e, por extensão os inúmeros setores de atuação profissional. Não tenho a pretensão citar nomes por hierarquia de valores ou época. Seriam laudas a preencher.

    Desde crianças ouvimos falar em Cleópatra, a rainha egípcia que agitou a política romana; Catarina, a grande, conquistou o trono russo; Elizabeth I e Elizabeth II esta ainda reinando, Isabel de Castela, casada com Fernão de Aragão; Hatshepsut, a primeiro Faraó da história; Joana D’Arc heroína francesa que por suas virtudes foi elevada à honra dos altares; Maria Stuart, Rainha de Sabá; Golda Meyr, Primeira Ministra de Israel; Margareth Thacher, a Dama de Ferro; Indira Ghandi, na Índia; Rainha Vitória da Inglaterra; Maria Estela Martinez, viúva de Peron na Argentina; Zuzu Angel na moda; Clara Zetkin, Linda Zeith, Otília Bader e Alexandra Kolontai (Europa,US.A. e URSS-luta pela emancipação da mulher,) Fernanda Montenegro, Sarah Voughan, Tarcila do Amaral, Sophia Loren, Elizabeth Taylor, Ministra Ellen Grace, Michele Obama, entre outras.

    Na história do Brasil Dona Maria Primeira marcou presença, a Imperatriz Leopoldina, esposa de Dom Pedro I, por Decreto, assumiu as funções de Chefe de Estado, a Princesa Isabel, a primeira Regente, poderia muito bem ter sido nossa Imperatriz. Mas, uma guinada no tempo e falemos do Brasil de Rachel de Queiroz, a primeira mulher a ingressar na Academia Brasileira de Letras; de Ana Néri precursora da enfermagem; de Berta Maria Julia Lutz uma das pioneiras na luta pelo voto.

    Este é o Brasil de Anita Garibaldi revolucionária lá do Sul; de Olga Benário Prestes, de Maria José Rachel, primeira Diplomata brasileira; de Margarida Maria Alves, primeira Presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais, lá da Paraíba; Maria Bonita, das histórias de Lampeão; Gabriela Mistral que durante anos possuiu casa de veraneio em Petrópolis e a primeira mulher a ser contemplada com o Prêmio Nobel de Literatura; Nair de Teffé Hermes da Fonseca, pioneira  na arte da caricatura, e por  pilotar um avião,  rompeu barreiras sociais e costumes de sua época, prestigiando os músicos e a dança, enfim uma vanguardista. Casada com Presidente Mal. Hermes da Fonseca  foi a Primeira presidente da então Associação de Ciências e Letras, que em sua gestão mudou o nome da Instituição para Academia Petropolitana de Letras.

    Na Igreja, são inúmeras, a exemplo de Madre Thereza de Calcutá e Irmã Dulce da Bahia, elevadas à honra dos altares mercê de suas obras e virtudes. Hoje reverenciamos a querida Irmã Ruth da Silva que completou o Jubileu de Ouro de Vida Consagrada, como filha da Caridade da Irmandade São Vicente de Paulo. É mulher maravilhosa, mãe de todos nós, irmã em Cristo através de Maria, uma virtuosa que segue com devoção os passos das Santas, Catarina Labouré e de Luísa de Marillac, consubstanciado  apóstola da palavra, das  ações em total e gratuita entrega da vida   pelo amor do Criador de todas as coisas e criaturas.

    E neste diapasão as homenagens são ainda direcionadas à professora Carmen Felicetti, ex-presidente da A.P.L. e primeira vereadora de Petrópolis; à Madre Maria Auxiliadora, superiora do Mosteiro da Virgem e através dela os encômios  são extensivos  às demais Irmandades do Amparo, de Santa Catharina, de Lourdes, de São Vicente de Paulo, de Santa Theresinha, do Instituto Social São José, das Clarissas e das demais que minha septuagenária memória pede permissão para prestar as louvações em momento próximo.

    Cada qual em sua área e no seu tempo enfrentou lutas, empunhou a espada de coragem e perseverança e contribuiu para um mundo melhor. E nestes louvores, as homenagens à Maria Madalena humana e pecadora que se tornou serva fiel a Jesus Cristo e a quem Ele confiou a primeira visão do ressuscitado e sobrepondo-se a todas, nossos olhos voltam-se à Mãe dos Céus, modelo de mulher entre todas a escolhida, Mãe de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo Maria Santíssima, a primeira e única mulher a aceitar os planos de Deus, por intermédio de seu FIAT, por isso o Sacrário do Espírito Santo É através da Mãe de Deus e nossa que abraço em espírito minha Mãe Eliza, minhas irmãs, as mestras do período escolar e, a todas as mulheres sejam de expressão pública ou anônima, intelectual ou analfabeta, dos altos escalões ou das estivas, mas que trazem dentro do peito um coração a clamar por justiça, amor e paz.                                             

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