Governo do Rio quer alavancar setor de TI

09/fev 08:31
Por Redação/Tribuna de Petrópolis

A Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Energia e Relações Internacionais prepara uma base de dados com projetos que podem ser financiados com contrapartidas de projetos de Pesquisa & Desenvolvimento que receberam incentivos do Governo do Estado. Foi o que anunciou o secretário Leonardo Soares durante live promovida pelo Sindicato das Empresas de Informática do Estado do Rio de Janeiro (TI Rio) no início de fevereiro.

“Temos que aproveitar todas as oportunidades para fazer as coisas acontecerem. Há muitos projetos na área da tecnologia da informação que podem receber este tipo de investimento, gerando crescimento para este setor, cada dia mais importante no mundo em que vivemos”, afirmou Soares.

Na pauta da reunião também esteve a indústria 4.0, além das oportunidades que se abrem na área de TI, a inovação e a competitividade. Segundo o secretário, este tripé é uma prioridade multisetorial dentro do Governo, com a atuação conjunta do Proderj e da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação, ao lado do Desenvolvimento Econômico.

“Temos um importante ativo de conhecimento e tecnologia. O Rio de Janeiro tem um histórico de formar mão de obra qualificada. Durante algum tempo perdemos estes cérebros para o exterior e para vizinhos, como São Paulo. É preciso reter estes talentos e estimular o empreendedorismo no Rio de Janeiro”, destacou.

A criação de canais de diálogo com as forças produtivas tem sido uma das estratégias adotadas pelo Governo do Estado. Além disso, há uma busca pela interiorização de ações de desenvolvimento, com o intuito de fazer do Rio de Janeiro um estado mais homogêneo, no que se refere ao crescimento econômico.

“Estamos criando medidas para facilitar a atração de novos investimentos e a expansão dos já existentes no estado. Temos que reforçar os polos que já existem, com a chegada de novas empresas e criar novos hubs econômicos. E o setor de TI permeia tudo isso, pois não existe indústria sem tecnologia”, afirmou o secretário.

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