Defesa Civil e Obras identificam odor de gás no bloco 3 do Conjunto Habitacional do Vicenzo Rivetti, mas descartam risco para os moradores

17/set 11:30
Por Janaina do Carmo

Técnicos da Defesa Civil (DC), da Secretaria de Obras, Habitação e Regularização Fundiária e representante da Caixa Econômica Federal (CEF) vistoriaram na quinta-feira (16) um dos blocos do Conjunto Habitacional do Vicenzo Rivetti, no Carangola, após denúncias de vazamento de gás. As equipes analisaram o bloco 3 do conjunto e identificaram um “leve odor de gás nos medidores localizados no prisma de ventilação da edificação (local não confinado)”. Os técnicos descartaram risco para os moradores e por isso não houve necessidade de interdição do prédio.

Em nota, a Prefeitura informou que “para garantir a segurança do local, a Defesa Civil notificará a concessionária responsável pelo fornecimento de gás no conjunto habitacional, para que seja realizado o teste de estanqueidade. O serviço visa garantir a seguridade da tubulação de gás bem como dos moradores sendo recomendado que seja feito em todos os blocos do conjunto habitacional”. Na nota, a Prefeitura também ressaltou que “a Caixa Econômica Federal já havia sido notificada anteriormente para que fosse feita, pelos responsáveis pela obra, vistoria técnica para verificação das instalações elétricas, assim como intervenções para sanar problemas que vêm sendo apontados por moradores”.

A vistoria no Conjunto Habitacional do Vicenzo Rivetti aconteceu depois de uma denúncia de vazamento de gás e risco de explosão feita por Rafael Miranda, da AJR Administração de Condomínios e Empreendimentos Ltda., empresa que fez a consultoria em gestão condominial do conjunto, durante audiência pública na Câmara Municipal no início da semana. Segundo ele, foram feitas vistorias nos anos de 2018, 2019 e 2020 que apontaram o problema. Ele disse ainda que tanto a CEF quanto a Prefeitura receberam documentos das vistorias.

A CEF informou em nota enviada à Tribuna nesta sexta-feira (17), que a rede de gás só foi instalada em 2020 quando os apartamentos foram entregues e que anteriormente não havia instalações deste tipo. A Caixa disse ainda que, devido as denúncias, vai realizar vistoria no local. Sobre a documentação informada por Rafael Miranda, a Prefeitura disse “que até o momento o município não teve acesso aos documentos citados”. Esses documento citados por Rafael também foram solicitados pelos vereadores da Câmara Municipal.

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