Com adiamento das aulas presenciais, Educação vai doar 12 toneladas de alimentos da merenda para hospitais públicos e instituições filantrópicas

03/abr 07:53
Por Redação/ Tribuna de Petrópolis

Com o adiamento das aulas presenciais, no modelo híbrido, para o dia 03 de maio, a Secretaria de Educação decidiu em conjunto com o Conselho de Alimentação Escolar (CAE) e com a Comissão de Educação da Câmara, pela doação de 12 toneladas de alimentos que seriam utilizados na merenda escolar caso as aulas retornassem nesta segunda-feira, dia 05 de abril. Ao todo, serão beneficiados os hospitais Nelson de Sá Earp (HMNSE), Alcides Carneiro (HAC), a Secretaria de Assistência Social e 30 instituições que prestam serviços de assistência social a pessoas em situação de vulnerabilidade alimentar.

Começarão a ser entregues na próxima semana, aproximadamente nove toneladas de carnes (fígado, músculo e patinho) e quase três toneladas de azeite, óleo de soja, vinagre, sal, molho de tomate, milho e ervilha em conserva, chocolate em pó, gelatina de morango e goiabada serão entregues. As carnes têm prazo de validade até outubro deste ano, assim como os itens não perecíveis.

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De acordo com a Prefeitura, o processo de entrega dos alimentos será executado pela Secretaria de Educação, com supervisão da equipe de nutrição da gerência de alimentação.
O prefeito interino Hingo Hammes lembrou que a doação dos itens é parte de um trabalho iniciado em janeiro, com monitoramento e controle de todo o estoque de gêneros alimentícios disponíveis nas escolas e também no depósito da merenda.

“Fizemos um levantamento de todos os itens, levando em conta as respectivas datas de validade, e iniciamos os procedimentos para evitar desperdício. Num momento como o que vivemos, não podíamos deixar que houvesse perdas”, lembrou.

O gerente de alimentação da Secretaria Municipal de Educação, Tiago Gasparini, disse que com o levantamento do estoque, perceberam que seria melhor doar os alimentos para evitar perdas. “Entendo que essa é a solução possível no momento, tendo em vista o prazo de validade de alguns itens e a preocupação para que não haja nenhum desperdício num momento tão delicado”, apontou.

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