Aulas permanecem suspensas nesta terça(22); Sindicatos defendem retomada em condições seguras

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  • Sindicatos dos professores pedem que aulas só retornem com transporte restabelecido e segurança das escolas

    21/mar 21:36
    Por João Vitor Brum, especial para a Tribuna

    Duas semanas depois do retorno ao ensino presencial, as aulas foram suspensas novamente em Petrópolis, em decorrência das chuvas do último domingo, 20. A medida vale para unidades públicas e particulares, incluindo universidades, devido à permanência de tempo instável e devido algumas unidades estarem funcionando como abrigo.

    O Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação (Sepe) enviou ofício ao município pedindo que as aulas só sejam retomadas quando  as condições adequadas de transporte, alimentação escolar e segurança no local para os profissionais da educação e os alunos sejam restabelecidas. 

    Já o Sinpro Petrópolis e Região destaca que as aulas precisam, sim, serem suspensas, mas com publicações oficiais. 

    “As aulas devem ser suspensas sim, não há condições de acontecerem agora, nos distritos mais afetados e nos mais afastados, pois muitos professores que moram no primeiro distrito trabalham em outros locais, e não vão ter como se locomover agora. A única crítica é a demora em estabelecer decreto, em publicar oficialmente. Só tem postagem em redes sociais”, disse Frederico Fadini, coordenador geral do Sindicato dos Professores de Petrópolis e Região (Sinpro).

    Mais uma vez, alagamentos foram registrados em unidades da rede privada e na Secretaria de Educação. Nas redes sociais, funcionários da Secretaria de Educação divulgaram imagens do primeiro andar da sede do órgão, na Praça Visconde de Mauá, alagada, com parte do mobiliário destruído.

    Em nota, a Secretaria de Educação informou que as aulas continuam suspensas nesta terça-feira (22) nas escolas e centros de Educação Infantil de toda a cidade, tanto da rede pública quanto particular (incluindo as universidades), devido ao acumulado pluviométrico, a permanência do tempo instável e a dificuldade de mobilidade urbana.

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