Alunos de Petrópolis ficam em primeiro lugar na Olimpíada Brasileira de Satélites

12/set 14:23
Por Janaina do Carmo

Alunos do Ensino Médio do Colégio Alaor estão em primeiro lugar no Estado do Rio de Janeiro da Olimpíada Brasileira de Satélites. A equipe que apresentou um projeto de observação das terras indígenas ganhou um mini satélite e agora está aguardando a segunda fase da competição que acontece em outubro. A equipe vencedora, além de medalha vai poder visitar o Centro Nacional de Tecnologia Aeroespacial.

Os alunos também participaram do Programa Caça aos Asteróides promovido pelo Ministério da Ciência e Tecnologia, em parceria com a Nasa. “A Agência Espacial Americana oferece um pacote de imagens dos mais potentes telescópios do mundo para que grupos de voluntários procurem asteróides nessas imagens. Conseguimos achar um de pequeno porte e com isso recebemos diplomas da Nasa pela colaboração”, disse o professor Frederico Portugal. A equipe foi uma das 50 do Brasil a conseguir achar um asteróide.

Mini satélite usado pelos alunos está sendo programado para a análise de dados. (Foto: Divulgação)

Segundo o professor o mini satélite usado pelos alunos está sendo programado para a análise dos dados. “Vamos programar o satélite que ganhamos, analisar dados e aplicar no projeto de análises de terras indígenas. Também na segunda fase temos que estudar juntos a teoria de aplicação dos satélites”, explicou Frederico.

Olimpíada é uma competição promovida pelo Ministério da Ciência e organizada por várias entidades. (Foto: Divulgação)

A equipe de Petrópolis é formada por alunos das unidades do Alaor do Centro e de Itaipava. São eles: Carolina Rodrigues Borsatto, Arthur Biasi Lima, João de Faria Cordeiro Santos e Lavinya Brum Gonçalves. Em todo o Estado do Rio, nove equipes do Ensino Médio estão participando da olimpíada. E em todo o Brasil são mais de 120.

A Olimpíada Brasileira de Satélites é uma competição promovida pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações, e organizada pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) em conjunto com a Agência Espacial Brasileira (AEB/MCTI), o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE/MCTI) e a Escola de Engenharia de São Carlos (EESC), da Universidade de São Paulo (USP). O objetivo é promover a popularização e difusão da ciência e tecnologia com os estudantes, além de despertar o interesse por carreiras nessa área.

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