• Falta de capina ainda é problema

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  • 04/03/2016 17:16

    A falta de capina é uma preocupação frequente dos petropolitanos há alguns meses. No Quarteirão Italiano o problema não é diferente e os moradores de todas as ruas do bairro convivem com o mato alto diariamente. Dois exemplos da falta de limpeza da região são a praça da rua Yêdo Fiuza, que fica próxima ao número 130, e o ponto de ônibus em frente a um terreno particular. Os dois lugares já têm mato com mais de 1,5m e a situação incomoda tanto os moradores mais próximos como as pessoas que utilizam o transporte público. 

    Nas proximidades ainda há um colégio do estado e uma entidade, com isso a circulação de pedestres é grande. De acordo com Carlos Lyra, que mora na região há mais de 40 anos, a situação da falta de limpeza do bairro quanto à capina nunca chegou a esse ponto. Ainda segundo ele, o problema da falta de capina da praça tomou uma proporção maior depois de um trailer ter sido deixado no local. 

    “A praça está assim sem nenhuma limpeza há cerca de oito meses. Há um tempo colocaram um trailer aqui e denunciamos. Demoraram três meses para retirá-lo e depois disso colocamos uns pilares de madeira para não acontecer uma nova invasão. No entanto, abandonaram tudo e não me lembro de terem feito mais nada”, afirmou Carlos.

    De acordo com o morador, a praça sempre foi bem cuidada e no local ainda há um orelhão que funciona, porém para usar o telefone é preciso entrar no matagal. Ele teme ainda algum tipo de emboscada na localidade. “Tenho medo porque é muito mato e minhas filhas passam direto por aqui, é perigoso ter alguém escondido nesse matagal à noite”, conta.

    O mato alto pode ser visto ainda por todas as ruas do Quarteirão e outro local crítico que incomoda os moradores é o ponto de ônibus próximo à praça. A calçada do terreno em frente à guarita foi tomada pelo mato e, para Carlos, essa é mais uma situação problemática. “O ponto de ônibus está uma vergonha. Depois que uma empresa comprou o terreno ao lado fecharam o espaço e não vieram mais fazer a capina. Isso é uma falta de responsabilidade, as pessoas ficam esperando sentadas no chão porque o mato já tomou conta. O bairro está largado. Entendo que o cuidado com as calçadas cabe ao proprietário do imóvel, mas a limpeza dos cantos da rua é obrigação do município”, fala.




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